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Gestação, amamentação e muito mais

Pais dormem mal por seis anos após nascimento dos filhos

Pais dormem mal por seis anos após nascimento dos filhos

Quem nunca ouviu aquele conselho clássico: “Aproveita pra dormir agora porque depois que o bebê nascer…”. E os papais de primeira viagem nem levam a dica muito a sério enquanto esperam o primogênito, não é mesmo? Recentemente, veio a comprovação científica do que mamães e papais já sentem (ou vão sentir) na prática. Os pais dormem mal durante seis anos após o nascimento dos filhos. E adivinhem: quem perde mais horas de sono, de acordo com a pesquisa? As mães, é claro!

Você, que tem filhos, deve estar se perguntando se precisava de pesquisa científica para provar isso. Vamos, então, aos números só para você poder citar quando tentarem diminuir suas queixas.

A pesquisa que provou que os pais dormem mal

O estudo da Universidade de Warwick, no Reino Unido, analisou os efeitos da paternidade na duração e qualidade do sono. Nos três primeiros meses do bebê, mães dormem, em média, uma hora a menos do que antes da gravidez. Para os pais, a redução é de 15 minutos, diz o levantamento. Até o primeiro aninho da criança, a mãe dorme 40 minutos menos a cada noite – em comparação com o período pré-gravidez. E os papais seguem na faixa de 15 minutos.

Para chegar a esse resultado, pesquisadores acompanharam, entre 2008 e 2015, mais de 2500 mulheres e 2100 homens da Alemanha. Eles estavam à espera do primeiro, segundo ou terceiro filho. O medo e a preocupação com as responsabilidades que a maternidade e a paternidade afetam a qualidade do sono. E a amamentação, claro, no primeiro semestre de vida do bebê (lembrando que o leite materno deve ser o único alimento do bebê nesse período). Por isso, as mulheres são mais afetadas do que os homens. Além disso, o estudo mostrou que pais de primeira viagem são mais impactados em seus padrões de sono do que os já experientes.

Quando o sono dos pais começa a voltar ao normal?

A tendência é que, à medida que a criança vá crescendo e se desenvolvendo, o sono também vá regularizando. E, por consequência, as noites dos pais tendem a ser melhores. Se no começo da vida o sono do bebê era interrompido por fome, mais pra frente pode ter outros motivos, como pesadelos e os chamados picos de crescimento. Por isso, também, a qualidade do sono dos papais leva, em média, seis anos para ser normalizada.

E aí você pergunta: é possível amenizar o impacto? O fato é que não há fórmula mágica a ser adotada quando o assunto é o sono do bebê. Há práticas ou hábitos que podem ajudar nesse processo. Nesta página do Babycenter, por exemplo, há vários textos e artigos bacanas sobre o assunto. Se você não estiver com sono nesse momento, aproveite para ler e boa noite!



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