A apojadura: a descida do leite

A apojadura: a descida do leite

A mãe teve alta e está em casa. Ainda está naquela fase de contar cada minuto do recém-nascido em cada peito. Já haviam lhe garantido no hospital que a pega está correta, mas ela está preocupada porque acha que o leite que está saindo ainda não tem muito a aparência de leite. De repente, ela percebe que os seios estão bastante cheios, sente um incômodo, até uma quentura no local. Um cansaço grande também. É a apojadura, a tal descida do leite. 

 

Por causa dessas características que podem causar desconforto, é comum algumas mães pensarem que o leite está empedrado ou até que estão com mastite. Mas, provavelmente, trata-se desse processo normal da apojadura, no qual os seios são preparados para a descida do leite.

 

Desconforto na apojadura

 

Em caso de desconforto, são indicadas massagens. Nesta página da Rede Global de Bancos de Leite, há uma explicação de como fazer essa massagem e também outras dicas para lidar com a apojadura. Mas a mãe deve ter cuidado para não pressionar demais os seios e acabar estimulando a produção excessiva de leite. Ou, então, acabar provocando alguma lesão. Se estiver insegura para executar essas massagens, o melhor é procurar orientação profissional. Ela pode procurar o próprio estabelecimento de saúde onde deu à luz ou entrar em contato com o banco de leite mais próximo.

 

Com a apojadura, o colostro, aquele leite inicial mais amarelado, dá agora lugar ao leite com a aparência mais conhecida. Isso acontece em cerca de até cinco dias após o parto. Mas a mãe não deve ficar contando essa data no calendário, já que essa duração é algo bem particular. Geralmente, na amamentação em livre demanda, a apojadura acontece mais rapidamente.

 

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