4 curiosidades sobre a Maya Lingerie

4 curiosidades sobre a Maya Lingerie

Estamos em festa (sem aglomeração, claro!) e um tanto quanto nostálgicos também. Afinal, com a proximidade de mais um aniversário é comum essa mistura de sentimentos junto com a expectativa do que o próximo ano nos reserva. Com a Maya Lingerie não é diferente. Completando quatro anos nesta semana, no dia 30 de setembro, a Maya comemora os resultados alcançados, a confiança dos clientes e principalmente a consolidação da marca no mercado. E, claro, já planeja o lançamento de novos produtos (surpresa!) para gestantes e mamães. 

A seguir, 4 curiosidades sobre a Maya Lingerie:

1 – A Maya nasceu de uma fotógrafa que não é mãe
Natália de Souza Pereira, fundadora e proprietária da marca, é formada em fotografia e pós-graduada em gestão de projetos culturais. Não é mãe, nem da área de moda nem de varejo. Mas sempre gostou de lingerie. A inspiração para criar a Maya e se aventurar por esse mundo – até então desconhecido – foi a sua irmã mais nova. Stella estava grávida do segundo filho e reclamava, mais uma vez, dos sutiãs de amamentação que encontrava no mercado. Natália enxergou aí uma oportunidade de negócio. Pediu demissão do trabalho, vendeu o carro e investiu, além do dinheiro, toda a sua energia na criação e no planejamento da marca referência em lingerie de amamentação. Dia 30 de setembro de 2016, o site da Maya Lingerie entrou no ar (conheça mais um pouquinho dessa história no post “Empreendi em uma área que não conhecia”). Para comemorar os 4 anos da marca, o cliente da Maya ganha o presente. O cupom “aniversário” gera desconto na sua compra. 

2 – As peças da Maya já chegaram a todos (ou melhor, quase todos!) os estados brasileiros
Foram mais de 3 mil peças vendidas nestes quatro anos. A lingerie da Maya chegou a quase todos os estados brasileiros. Só falta o Amapá! Se você, que mora por lá, quer nos ajudar a conquistar o Brasil, nós damos uma mãozinha: o cliente do Amapá ganha um super desconto para comprar em nosso site. Corre lá! Os produtos da Maya também já voaram para o exterior. Clientes da Argentina, Chile, Canadá e Estados Unidos compraram direto em nosso site. E mulheres que moram em Moçambique, França, Portugal e Israel já receberam nossos produtos por meio de parentes ou amigos que carregaram as peças da Maya na bagagem.

3 – A marca prioriza a mão de obra feminina
Com o objetivo de aumentar a renda e ajudar na independência financeira das mulheres, a Maya prioriza a mão de obra feminina na produção de suas peças. A marca trabalha com oficinas chefiadas por mulheres e que empregam mão-de-obra 100% feminina. E o principal: o cuidado para ter a certeza que essas profissionais têm os direitos trabalhistas garantidos, sem o risco de contratar trabalho escravo, por exemplo. Só um parceiro é homem: o cortador – uma mão-de-obra difícil de encontrar independentemente do gênero. “Por ser uma tarefa muito específica”, diz Natália (conheça mais sobre a matéria-prima e a produção da lingerie da Maya).

4 – A quarentena trouxe um saldo positivo para a marca
O isolamento social, imposto pela pandemia do novo coronavírus, transformou o comportamento do consumidor. Com as lojas físicas fechadas, quem tinha receio ou não estava acostumado a comprar online precisou descobrir outras maneiras de adquirir os seus produtos. O e-commerce foi a solução. Desde março, no início da pandemia, o site da Maya recebeu um fluxo maior de visitas. “Atingimos um público que estava comprando pela primeira vez na internet”, conta Natália. E o mais importante: as vendas cresceram, mas a taxa de troca continua baixa. Isso significa que a tabela de medidas, disponível para orientar o consumidor, funciona bem. Seguir a tabela de medidas do site, diz Natália, é essencial para o sucesso da compra. Por isso, siga a dica quando estiver comprando online!

 



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